
Ansiedade: quando procurar ajuda e por que o diagnóstico correto faz diferença

De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), mais de 970 milhões de pessoas vivem com algum transtorno mental no mundo. Entre essas condições, os transtornos de ansiedade estão entre os mais frequentes.
No Brasil, os números são especialmente relevantes. Segundo a Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS), cerca de 9% da população brasileira convive com algum transtorno de ansiedade, colocando o país entre os que apresentam maior prevalência desse tipo de condição.
Embora seja comum sentir ansiedade em determinadas situações, quando os sintomas se tornam intensos, frequentes ou difíceis de controlar, podem indicar um transtorno que necessita de acompanhamento profissional.
Entendendo os transtornos de ansiedade
A ansiedade pode se manifestar de diferentes formas. Entre os quadros mais comuns estão o transtorno de ansiedade generalizada (TAG), caracterizado por preocupação constante e excessiva, e o transtorno do pânico, marcado por crises intensas e inesperadas acompanhadas de sintomas físicos como palpitações, falta de ar e sensação de perda de controle.
Além do sofrimento emocional, essas condições podem impactar diretamente a qualidade de vida, os relacionamentos e o desempenho profissional.
O psiquiatra Thiago Barcellos destaca que um dos pontos mais importantes é compreender que a ansiedade é um transtorno tratável. O diagnóstico correto, feito por um profissional especializado, é o primeiro passo para um tratamento eficaz e uma vida com mais qualidade.
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