
A dependência química e o alcoolismo configuram-se como importantes problemas de saúde pública, afetando indivíduos, famílias e a sociedade. Caracterizam-se como transtornos crônicos e multifatoriais, envolvendo aspectos biológicos, psicológicos e sociais.
De acordo com o DSM-5, a dependência é caracterizada por um padrão problemático de uso de substâncias, levando a prejuízos significativos — incluindo perda de controle, tolerância, síndrome de abstinência e impacto nas relações interpessoais.
Fatores de risco
Vulnerabilidade social, desemprego, traumas e transtornos mentais associados aumentam significativamente o risco para o desenvolvimento da dependência química. Observa-se também um aumento do consumo entre jovens.
O papel da psicoterapia
A psicoterapia assume papel central no tratamento, possibilitando ao indivíduo compreender os fatores emocionais e comportamentais que sustentam o uso de substâncias, além de favorecer o desenvolvimento de estratégias de enfrentamento mais saudáveis.
O tratamento exige uma abordagem interdisciplinar, envolvendo acompanhamento psicológico, psiquiátrico e suporte social.
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